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28.4.11

Fui à feira do livro


A árvore vermelha, Shaun Tan

Quando os livros nos fazem sorrir e chorar ao mesmo tempo, não nos devemos separar deles.

24.4.11

Leituras



Depois disto vou querer um livro alegre, simples e optimista, ok?
(A gostar muito, no entanto)

23.4.11

As velas ardem até ao fim

"Cada um gera também aquilo que acontece consigo. Gera-o, invoca-o, não deixa de escapar àquilo que tem de acontecer. O homem é assim. Fá-lo, mesmo que saiba e sinta logo, desde o primeiro momento, que tudo o que faz é fatal. O homem e o seu destino seguram-se um ao outro, evocam-se e criam-se mutuamente. Não é verdade que o destino entra cego na nossa vida, não. O destino entra pela porta que nós mesmos abrimos, convidando-o a passar."
As velas ardem até ao fim, Sándor Márai

Gostei muito deste livro.

15.4.11

9.2.11

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Um Homem Singular, de Christopher Isherwood

Reaprender a viver.

6.2.11

A crescer



Hoje foi a filha quem leu a história da noite. Hesitou apenas numa ou outra palavra, e de resto leu tudo, devagarinho, mas com confiança. O filho de boca aberta, a olhar. Quando acabou, batemos as palmas, e ela ficou toda sorridente, com um ar envergonhado e feliz.

3.2.11

Dos livros que quero ler



Diário 1941-1943, Etty Hillesum

"Foi novamente como se a Vida, com todos os seus segredos, estivesse próxima de mim, como se eu a pudesse tocar… E ali sentia-me imensamente segura e protegida. E pensei: "Como isto é estranho. É guerra. Há campos de concentração. Pequenas crueldades amontoam-se por cima de pequenas crueldades. Quando caminho pelas ruas, sei que, em muitas das casas por onde passo, há ali um filho preso, e ali um pai refém, e ali têm de suportar a condenação à morte de um rapaz de dezoito anos." E estas ruas e casas ficam perto da minha própria casa.
Sei do grande sofrimento humano que se vai acumulando, sei das perseguições e da opressão… Sei de tudo isso e continuo a enfrentar cada pedaço de realidade que se me impõe. E num momento inesperado, abandonada a mim própria — encontro-me de repente encostada ao peito nu da Vida e os braços dela são muito macios e envolvem-me, e nem sequer consigo descrever o bater do seu coração: tão fiel como se nunca mais findasse…"

És o meu Amor



"Não sou um crocodilo, nem um castor…
E um hipopótamo, nem pensar.
Não sou uma toupeira. Nem um javali.
Mas quem sou eu?"

O Meu Amor, Beatrice Alemagna

Mais um livro delicioso, que tive pena de deixar na loja.

24.1.11

O livro da noite


"O raleão tem o tamanho de um rato, mas a mania que é o rei da selva. Adora queijo e, quando o come, o raleão ruge como um leão e abana muito a juba. Na verdade, o raleão já tentou viver na savana, mas irritou-se um bocado, pois os leões não lhe davam crédito e desatavam a rir, até não poderem mais e fazerem chichi no chão. Mas não interessa, na sua cabeça de raleão, ele será sempre o rei! E as ratinhas acham-lhe muita piada, por causa disso."

Tentar ler este livro de uma forma séria é um desafio que aconselho a qualquer pessoa. Ri-me tanto, que dei pelos meus filhos a acompanharem-me por simpatia, achando certamente que têm uma mãe muito tonta. Difícil, difícil, foi escolher o animal para descrever aqui. São todos o máximo!

(Anda por aí muito raleão, não anda?)

17.1.11

Leituras

As recentes leituras do final do dia foram a desculpa perfeita para comprar mais dois livros. Isso e ter dado por mim aos risinhos tolos no meio da Fnac. Às vezes acho que os compro para mim.





A Manta
"Nos livros aos quadradinhos, cada quadrado conta um pedaço de uma história.
Neste livro, que não é um livro de banda-desenhada nem nada assim parecido, cada quadradinho (de tecido) tem também uma história para contar.
Há uma manta de retalhos, uma avó com boa memória e muitos netos de ouvido atento. À noite, ao deitar, não são precisos livros: basta à avó olhar a manta e todas as personagens e enredos que lá moram, para a sessão começar..."

O Livro dos Quintais
"Neste livro não entramos em casa de ninguém.
Ficamo-nos pelas histórias que se passam cá fora, à beira de limoeiros e nespereiras, hortas e estendais, tanques ou mini-piscinas.
Os quintais são pequenos, é verdade. Mas, com algum esforço, neles podem caber grandes sonhos e as maiores aventuras."

Da editora Planeta Tangerina.

11.1.11

Leituras do final de dia


Ontem lemos o A contradição humana, do Afonso Cruz. É um livro de que gosto mesmo muito.

Do que não gosto nada é de pessoas amargas. Espero nunca me transformar numa (sei que o sou, por vezes).

29.12.10

Lista de livros a ler em 2011


A Mulher Certa, Sándor Márai

"Pecado não é só o mal que cometemos. Pecado é também o que desejaríamos, mas que não temos forças para levar a cabo."

(E, se gostar, todos os outros)

28.10.10

Livros

Acabei de ler o Deus das Moscas este fds, ao lado da lareira, no Gerês.

Não foi fácil, tenho que admitir. Imaginar uma cabeça de porco a escorrer sangue, cheia de moscas, a gritar-nos os nossos medos, não é uma ideia agradável, e não importa se somos uma criança de 10 anos numa ilha deserta cheia de outras crianças assustadas, ou uma adulta de 33 anos, sozinha em casa, a ler um livro, à noite.

Mas agarrei-me à minha vontade de terminar o livro, de não desistir, e quando o acabei, por estes dias, num ambiente mais acolhedor e acompanhada, fiquei contente por o ter feito. Muito bem escrito e intenso. E muito real.

Pelo caminho li A rapariga das laranjas, de Jostein Gaarder, mas pareceu-me demasiado leve e piegas (não gosto quando me puxam pelo sentimento de forma declarada).

Comecei a ler O Roubo, de Peter Carey, que já arrecadou dois booker prize, mas ainda é cedo para dizer. O critério foi escolher um livro bem-disposto e isso parece-me que consegui!

18.10.10

Gostar de livros infantis


"O vizinho do sétimo esquerdo toca piano, canta e nunca desafina. Tem uns cabelos despenteados e uns dedos mais compridos que aulas de matemática.
Mas o que realmente me impressiona é que ele toca músicas tristes e isso deixa-o feliz.
Chega a chorar de felicidade (eu já vi)."

13.10.10

Continuo a preferir os infantis





És mesmo tu?
Eu queria TODOS os livros desta editora.

13.9.10

Decisões

Voltar a ler compulsivamente, como quando era miúda e me escondia debaixo dos lençóis com uma lanterna e um livro, para os meus pais não me obrigarem a dormir.
A coisa quebrou-se com a maternidade e não há forma de recuperar, com livros a ficarem sucessivamente deixados a meio, facto verdadeiramente embaraçoso, pelos menos para mim.

A táctica passa por ler uns quantos livros bem recomendados, que me prendam, até estar novamente garantido o vício necessário a vencer o comando e o sofá, o sono e a letargia.

Comprado hoje mesmo, no primeiro dia depois das férias. A ver!

29.8.10

Top five

Já disse que estou a adorar o meu livro ? Está no top five das coisas que me fazem mais feliz neste momento exacto.
Família. Amigos. Namorado. Viagem a Itália. Livro.

18.8.10

Leitura de férias



Depois de ter acabado o Caim, na lagoa de Sto André, esta segunda-feira, fui hoje encomendar este livro para levar na próxima semana de férias. A leitura promete ser menos sossegada, com os filhos a requerer a minha atenção, mas prevejo finais de dia em boa companhia.

Mais, aqui.

7.5.10

Feira do livro

Dois dias de visita e seis livros comprados. Todos para a faixa etária dos meus filhos.

Cinco livros da minha barraca preferida, a da Kalandraka







E um da Bruaá, delicioso



Acho que me vou render à simplicidade e colorido dos livros infantis.