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7.3.11

29.8.10

Xana gosta





de um dia cinzento no meio de dias de sol.

27.4.10

Voltei

As férias são sempre um bocadinho complicadas para mim, no sentido em que as minhas viagens começaram com a minha relação com o M. e fizemos tantas e tão boas. Apesar da boa companhia, foi difícil fugir a uma certa nostalgia e tristeza, mas depois consegui fazer o shift para o presente e apreciar. Andámos imenso, que é uma das coisas que mais me agrada fazer nas férias: percorrer as cidades e as distâncias a pé, observar as pessoas e as ruas, os hábitos e as diferenças. Entrar em cafés, jardins, lojas, absorver o quotidiano dos outros, ainda que apenas superficialmente.
Porque fui com uma amiga apreciadora de museus, e também por interesse próprio, passei mais tempo entre portas que o habitual. Apreciar obras de arte tão reconhecidas, a poucos centímetros do meu nariz, é sem dúvida um privilégio. Confirmam-se as minhas preferências de sempre. Num museu com tantas obras de tantos autores, o quadro que mais me fascinou foi um de Van Gogh, uma paisagem cheia de cor.

10.2.10

Coisas boas

Num ano que se adivinha apertadinho, qualquer promoção de voos é muito bem-vinda.
Por menos do que gastaria em gasóleo até à ponta norte do país, vou voar até Madrid em Abril. Vai ser a minha primeira viagem com uma amiga, e não podia estar melhor acompanhada.

É cedo para começar com o countdown?

29.6.09



Mais do que contar os dias para as férias, eu conto os trocos para as férias. Na televisão anunciam-se os descontos das agências de viagens e as opções mais humildes, mas para já não vai mesmo dar. Se férias é sinónimo de descanso e prazer, então eu prefiro uma férias em casa, a viver o dia-a-dia com a corda no pescoço.
Em Outubro logo se vê.

30.5.09

29.5.09

Férias

Cinco dias de sol e praia, acordar tarde, tomar o pequeno-almoço no hotel, passear por Lagos, ler o jornal e ver as revistas, tomar cafés e fumar cigarros tranquilamente na esplanada, entrar em todas as lojas que me apeteceu, mimos, tempo, calma e calor q.b., muitas fotografias.

E as pessoas com os filhos. E eu sem os meus.

Às vezes confunde-se tudo. É como se tivesse sido uma decisão minha. Não estar com eles. Como se me tivesse, afinal, separado deles. Não do Miguel, mas deles.
Eu, Xana F., 32 anos, decido que só quero ser mãe dos meus filhos duas semanas por mês.
Decisão e não consequência. A culpa. Culpada porque feliz. Sem eles.
Como se tivesse desistido não da relação, mas deles.

Onde começamos e acabamos nós, família? Onde começam e acabam eles?
Onde começo e acabo eu? Quais os meus direitos e os deles?

É tempo de reaprender fronteiras. Reaprender a ser feliz assim. Sem culpas.
É difícil.